Se em algum momento aparecer alguém de braços abertos, abrace. Se precisar de colo, peça. Se alguém precisar de um ombro amigo, ofereça. Se as lágrimas forem muitas, tenha uma camisa reserva e um lenço no bolso. Se oferecerem carinho/amor/amizade gratuitamente, aceite e não agradeça. Aliás, não existe outra forma de oferecer estas coisas sem ser gratuitamente e não se pode agradecer amor, nem carinho, nem amizade. São coisas que se dá sem perceber, sem entender e espontaneamente. Não se sabe o que torna alguém especial, o que realmente faz (a)bater mais rápido o nosso coração. A gente só sente estas coisas. Não há um checklist para nenhum tipo de relação, não é ticando as características pretendidas que as relações fluem. A gente não sabe porque é melhor amigo de alguém nem porque se apaixonou por aquela pessoa, a gente só sente e deixa esta emoção sem razão, sem porquê, sem pra que, acontecer. E como já diz a música, não é necessário entender... Prefira sempre as coisas que fluem, as coisas leves, as coisas que não oprimem, as pessoas que te façam rir e que não julguem. Prefira sempre estar perto de quem aquece seu coração, de quem transforma o trivial em excepcional, de quem sabe seus defeitos e os perdoa a todos, de quem te beija a testa e as mãos e os pés(?). Prefira sempre a alegria à tristeza; o perdão ao rancor; o esquecimento à vingança; o amor à aventura... Prefira sempre ser feliz.
Marcele Alencar
lembrei da Diuli

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