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10/09/2010

Conselhos




Se em algum momento aparecer alguém de braços abertos, abrace. Se precisar de colo, peça. Se alguém precisar de um ombro amigo, ofereça. Se as lágrimas forem muitas, tenha uma camisa reserva e um lenço no bolso. Se oferecerem carinho/amor/amizade gratuitamente, aceite e não agradeça. Aliás, não existe outra forma de oferecer estas coisas sem ser gratuitamente e não se pode agradecer amor, nem carinho, nem amizade. São coisas que se dá sem perceber, sem entender e espontaneamente. Não se sabe o que torna alguém especial, o que realmente faz (a)bater mais rápido o nosso coração.  A gente só sente estas coisas. Não há um checklist para nenhum tipo de relação, não é ticando as características pretendidas que as relações fluem. A gente não sabe porque é melhor amigo de alguém nem porque se apaixonou por aquela pessoa, a gente só sente e deixa esta emoção sem razão, sem porquê, sem pra que, acontecer. E como já diz a música, não é necessário entender... Prefira sempre as coisas que fluem, as coisas leves, as coisas que não oprimem, as pessoas que te façam rir e que não julguem. Prefira sempre estar perto de quem aquece seu coração, de quem transforma o trivial em excepcional, de quem sabe seus defeitos e os perdoa a todos,  de quem te beija a testa e as mãos e os pés(?). Prefira sempre a alegria à tristeza; o perdão ao rancor; o esquecimento à vingança; o amor à aventura... Prefira sempre ser feliz. 

Marcele  Alencar


lembrei da Diuli

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